Aquisição de dados
Exames de imagem, escaneamento e registros clínicos formam a base para o planejamento virtual.
A cirurgia guiada utiliza informações clínicas, imagens e planejamento protético digital para apoiar a execução de posições previamente estudadas. O recurso não elimina a avaliação profissional nem é indicado automaticamente para todos os casos.
A qualidade do guia depende da qualidade dos registros, da integração das informações e da conferência de cada etapa.
Exames de imagem, escaneamento e registros clínicos formam a base para o planejamento virtual.
A posição desejada dos dentes ajuda a orientar o estudo tridimensional dos implantes.
Espaço, acesso, estabilidade do guia, anatomia e possibilidades cirúrgicas precisam ser revisados antes do procedimento.
A tecnologia apoia o plano, mas não substitui experiência, diagnóstico, controle clínico e capacidade de adaptação.
O guia busca reproduzir no procedimento as referências definidas no ambiente digital.
Abertura bucal, disponibilidade óssea, estabilidade do guia e características do caso podem limitar o uso.
Toda cirurgia precisa prever condutas caso as condições clínicas encontradas exijam adaptação.
A iVera reúne o contexto inicial da solicitação e ajuda a equipe a compreender o tema com mais clareza. Ela não realiza diagnóstico, não define conduta e não substitui avaliação profissional.
Iniciar atendimento inicial com a iVeraRespostas objetivas para orientar o primeiro entendimento, sem substituir avaliação profissional.
Não é possível generalizar. A abordagem depende do caso, da necessidade de acesso, dos tecidos e dos procedimentos associados.
Não há garantia absoluta. Existem tolerâncias técnicas e variáveis clínicas, por isso o planejamento e a conferência profissional são indispensáveis.
Não. A indicação depende dos registros disponíveis, da anatomia, do acesso, da estabilidade do guia e dos objetivos do tratamento.
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